9 de mar de 2016

Super Humanos: Pré-Guerra | Capítulo 1-4 | #7


E SE EU FOSSE DONO DE UMA EDITORA  #23

                  SUPER HUMANOS
                        PRÉ-GUERRA
         Uma série original da Caverna

Sinopse: Após uma falha em uma missão, Chris e sua turma abandonam a corporação e passam a viver como querem, mas após fazer isso, coisas estranhas começam a acontecer com Chris e todos que conhece.

CLIQUE EM LEIA MAIS PARA COMEÇAR A LER A ESTÓRIA.


Episódio 7 -Amigo ou Inimigo?


Com o passar do tempo, Victoria ficava cada vez mais preocupada com sua familia, a infância e a puberdade para ela parecia ter durado milhares de anos. Apesar de achar que sua mãe estava preocupada, ela se lembrou que já tem 24 anos, agora ela mesma que cuida da própria vida.
Naquela noite , ela e seus dois amigos caminharam pela floresta que dividia Lakkots e o barracão. Para iluminar o caminho, Gabriel e seu amigo usavam a lanterna do celular que soltava uma Luz forte em direção a mata, um caminho sombrio e perigoso até mesmo pra ela.
- Talvez chegamos em alguns minutos
- Mais! - ela respondeu - quem sabe em algumas horas...
- Vamos estar mortos de cansados até lá, não podemos passar a noite aqui!
- Pior o Chris que esta sozinho
- Chris... o que acha dele?
- Legal...
- Só? Algo me diz que gostaria de ter ido com ele. Vá se quiser
- Não, ele sabe se cuidar, já vocês precisam de mim como sempre - disse ela
Gabriel sorriu e com seu braço esquerdo, apoiou nos ombros de Victoria.
- Vou te aquecer querida - disse ele

Minutos depois

Alguns minutos depois, foi o suficiente para eles pegarem uma certa distância da cidade. Os três decidiram fazer uma parada perto do Rio e ali deixaram troncos como assentos. Gabriel conversava com Vih, enquanto o outro dormia.
- Me lembro da oitava série quando você brincava comigo no pátio da escola, nos divertimos muito naquela época
- Sim - disse ela alegremente - me lembro como se fosse ontem, às festas nas chacaras, as piscinas, o tobogã, sinto falta daquela epoca que não precisávamos se preocupar com o que fazer no futuro.
- E graças a mim você aprendeu a nadar, se não, você teria virado um peixa na piscina - riu ele - É como água e planta, um precisa do outro. Eu preciso de você
Gabriel olhou para os olhos de Victoria que estavam encantados. Ele se aproximou dela pronto para beija-la e ela correspondeu. E assim foi.
Alguns minutos se passaram e os dois mantinham o amor no ar. Mas o ar não íria permitir isso por muito tempo.. A Beira do Rio, Victoria parou a sessão de beijos, se levantou e olhou para a floresta escura.
- Que foi? Volte!
- Espera
Gabriel se levantou com a resposta e tentou ver algo que talvez Victoria havia visto.
- Ouviu isso?
- Isso? Não!
- Acho que é ele - disse ela voltando seu olhar para a floresta - Chris!!!
- Não grite!
- Desculpe. Vou lá ver
- Eu também
- Não, é melhor não
Victoria correu para a floresta e tentou descobrir o que havia de incomum por ali. E havia, a guerreira branca que anteriormente havia atacado ela, agora tampou sua boca.
- Shiiiu. Silêncio.- disse a guerreira - Não grite!
A Guerreira virou a cabeça de Victoria em direção ao rio e de longe, elas podiam ver vários homens armados. Um deles estava arrastando o colega de Gabriel pela areia enquanto Gabriel corria. Victoria se sacudia afim de se libertar.
- Quieta garota!
Victoria moveu seu corpo para a esquerda e com seu braço direito, ela deu uma cotovelada no abdômen da mulher. Em seguida, ela correu para salvar Gabriel que havia sido agarrado pelo homem que o perseguia.
- Deixe ele em paz - ela berrou
O homem que o enforcada, olhou estranhamente para Vih, e em seguida degolou Gabriel. Victoria assustada e apavorada colocou sua mão na boca. Após a execução, o homem olhou para os comparsas e deu sinal de fogo. Todos atiraram em direção de Victoria que se protegeu inutilmente com os braços. A Guerreira saltou a frente de Vih, e girou suas espadas ricocheteando as balas.
- Corra! - Victoria ainda permanecia assustada - Agora!
Ela então retornou à consciência e correu para a floresta, um dos homens atirou em direção a ela mas a guerreira usou sua espada para impedir a bala novamente. Quando ela viu que Victoria havia obedecido o comando, à Guerreira botou o capuz com um dos braços e correu enquanto girava as espadas. Consciente de que as munições acabariam no momento previsto, ela aproveitou para atacar os homens e assim matar-los. Um dos homens havia carregado a tempo sua arma e disparou, a guerreira interrompeu com sua espada direita e atacou com a esquerda. O homem sentiu o ataque previsível e conseguiu se esquivar para o lado contrário da lâmina afiada. A guerreira com a mesma espada novamente atacou mas o homem bloqueou o ataque com seu fuzil, mas não conseguiu se livrar de um corte da espada vindo da direita. A guerreira levemente sem fôlego olhou em direção a floresta. Ainda faltava pegar Victoria

                 .          .         .

Victoria corria a todo vapor, seu cansaço era apenas um leve problema comparado aos  demais. Agora sem a ajuda de Gabriel, ela não fazia idéia para onde ia e nem onde estava.
- Você! Por que está correndo? - perguntou a guerreira em cima da árvore
- Porque você pediu
- Tem razão, mas agora você não precisa mais
- Por que está me ajudando, e quem são aqueles caras?
- Eu sou Jennifer, mas pode me chamar de Jenn
Victoria cansada olhou em volta de si, agora ela tinha dois motivos para confiar em Jennifer. Um, Jenn lhe ajudou e salvou sus vida. Dois, ela disse o nome dela, pelo menos Victoria acreditava nisso, o que não tinha razão para não acreditar.
- Ta bem... E quem são eles?
- Eu te direi, mas vamos andando, não quero passar a noite aqui!
- O.k
- Então... eu venho de uma familia antiga que dominou essa Cidade a anos, as gerações passadas ajudou a transformar Lakkots na mais bela cidade, mas quando minha mãe morreu, meu pai viu um super humano correndo e depois disso ele pegou ódio da sua espécie. Eu logo fui treinada para destruir todo super que encostar o pé nessa cidade. Até hoje acredito que aquele super...super humano apenas estava ajudando minha mãe e depois de hoje, pude ver que nem todos são maus. Foi por isso que não te matei
- Ahhh. Valeu por não me matar
- Disponha
- Mas então Jenn. Por que não diz para seu pai sobre tudo isso?
- Não adianta, ele está cego, acha que o único caminho para a paz absoluta, é a morte de vocês
- A gente podia...
- Não, nem pensar, de jeito nenhum
- Pôr que? Ele me mataria?
- O que acha? Garota, meu pai é o homem mais impiedoso, poderoso, rico e mais um pouco. Ele te mataria antes mesmo de você piscar os olhos
- Então ta...
- Seu nome é Victoria ne?
- Sim, como sabe?
- Normalmente eu estudo minhas vítimas. Mas tenho outra pergunta, aquele homem que estava contigo, onde ele esta?
- Nem eu sei, ele foi embora quando vim pra cá
- E por que você veio para esse lugar?
- Tem um motivo para estarmos aqui, a gente, meus colegas, estávamos em uma missão e fomos atacados. Tivemos que fazer uma parada, mas agora eu vim para tentar achar um colega meu
- Colega? Ele era como você?
- Como assim, como eu?.
- Super Humano!
- Sim
- Droga...
- " Droga " . Você não...
Jennifer não sabia que Matheus era um colega e abaixou a cabeça quando soube que havia matado um colega de Vih.
- Me perdoe. Eu não..
- Está tudo bem. Você não sabia...
- Eu já CANSEI disso.  Meu pai vai ter que entender por bem ou por mal que nem todo super humano é mau. Caramba.
- Devemos...
- Sim - balançou a cabeça Jennifer
- Então vamos lá- disse Victoria
As duas jovens, uma humana guerreira é outra super humana poderosa estavam a caminho da mansão do Governador, pai de Jennifer afim de mudar aquela lei que só trazia morte e falsa paz para eles.
Um golpe atordoante na cabeça das duas fez elas desmaiarem na hora e caírem direto no chão de folhas. Era Lenny que havia machucado elas, o Ninja. Ele olhou para as duas no chão e estalou os ossos do pescoço.
- Vocês não vão a lugar nenhum.

Continua

Nenhum comentário:

Postar um comentário