21 de dez de 2015

The Dark Chronicles: Isaac, O Caçador de Demônios

THE DARK CHRONICLES
   as crônicas sombrias
Isaac, O Caçador de Demônios

Uma série original da Caverna

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Capitulo 1


O ar frio das montanhas era difícil de se respirar, Issac já havia andado quilômetros, seu corpo começava a pesar e ao longe ele podia ver uma tempestade de neve vindo, "não é meu dia de sorte" pensou ele. Havia viajado pra tão longe pois era o que seu maldito trabalho mandava, vida de mercenário com certeza não é tão fácil quanto parece.
Desta vez ele tinha de achar uma caverna que ficava próxima ao topo da montanha, segundo seu estranho empregador lá havia uma relíquia importante e como o pagamento que lhe foi oferecido era bom Isaac não pensou duas vezes. A tempestade estava cada vez mais próxima e ele já em seu limite conseguiu chegar a uma encosta da montanha onde ele estaria livre do perigo de ser atingido e jogado para longe pela fúria da tempestade e então montou acampamento.
Ele carregava uma grande mochila consigo que era o que a ocasião pedia, ele havia aprendido coisas assim em um livro antigo que achou, era  "guia do aventureiro" ou coisa do tipo e então montou sua barraca com as peles de animais que anteriormente avia caçado e lá dentro chegou o resto das coisas que haviam na mochila, quatro pães e carne de coelho que havia cozido quando estava no pé da montanha e dois cantis d'água um semi vazio e o outro cheio seus suprimentos já estavam quase no fim, se a nevasca durasse mais de quatro dias ele sem dúvida não completaria a missão, sequer haveria possibilidade de sobreviver, então ele decidiu comer um pedaço de pão e descansar.
Ao acordar poes a cabeça pra fora de sua cabana e a nevasca parecia ter diminuído então tomou tomou a água que restava no cantil e comeu a outra metade do pão e assim desmontou acampamento e seguiu viagem rumo ao seu objetivo.
Andou mais um pouco, a neve dificultava a visão mas mesmo assim ele conseguiu enxergar um tipo de entrada de caverna com vários desenhos e palavras que pareciam estar escritas em hebraico e duas tochas acesas na parede da entrada, "essas sim são tochas de qualidade" riu consigo mesmo. Ao entrar na tal caverna pode ver que por dentro ela era circular e no meio havia um tipo de altar em cima dele lá estava a tal relíquia que havia vindo buscar, ele caminhou lentamente até ela e quando estava prestes a pegar sentiu que havia alguém atras e rapidamente se esquivou de um balançar de espada que sem duvida arrancaria sua cabeça e em seguida viu que era um tipo de armadura com vida própria e se sentiu burro por não ter imaginado que havia um guardião, as coisas pra ele nunca foram fáceis, sempre tinha uma armadilha no chão, dardos ou qualquer outro tipo de dificuldade chata de se enfrentar. Puxou sua faca e aparou um golpe vindo da esquerda, com essa abertura ele pôde chutar o guardião pra longe, assim deu uma cambalhota e conseguiu agarrar o cálice e antes de fugir da caverna bebeu o conteúdo que havia dentro pois a cedo era grande e não tinha tempo para pegar o cantil onde o havia deixado. Fora da caverna a tempestade continuava, mas seja lá o que fosse dentro do cálice tinha o deixado mais forte, tão forte que conseguiu chegar ao pé da montanha em menos de duas horas, era o começo da noite já se podia ver algumas estrelas, ele decidiu caminhar mais um pouco e armar acampamento no meio da floresta onde poderia achar lenha pra fazer uma fogueira e requentar as carnes de coelho que trazia consigo, e após comer tudo finalmente se livrou da fome aterradora que vinha sentido nestes dias em que teve de racionar a comida.
Após comer, ele dormiu e decidiu caminhar até a cidade mais próxima onde havia deixado seu cavalo e lá arranjar mais suprimentos, caminhou algumas horas e ao chegar perto da vila pode ver que havia algo errado, tinham vários cadáveres espalhados pelo chão e várias pessoas brigando entre si, destruindo coisas e queimando pessoas ainda vivas e então decidiu tentar se esgueirar para pegar o que precisava e ir embora dali, pois sem dúvida estava acontecendo algo com que ele não podia ou queria lidar, não sem ao menos ser pago por isso.

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